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09 março, 2023

Liberte-se - por Sandra Andrade

Pintado por Sandra Andrade




Liberte-se… Deixe ir o que já não serve a si e ao seu propósito de vida. Passa a vida a correr para a frente e para trás, para aqui e para acolá. Lembra-se da última vez que parou para pensar naquilo que realmente quer? Nos sonhos que realmente quer realizar? Já parou para pensar sobre o que enche e preenche o seu coração? Já parou para sentir qual é o seu sonho, qual é o seu propósito de vida?


Não dê desculpas. Não tenho tempo. Não tenho paciência. Tenho filhos para cuidar. Não tenho dinheiro. Não tenho… Não, não tem nada disso! Só tem uma coisa: MEDO. O medo pesa. É o medo que pesa. É o medo que o faz ficar paralisado no seu coração. Já reparou quantos pesos carrega consigo, quantas responsabilidades que não quer? Já reparou quantas coisas faz por obrigação? Quantas coisas faz porque acha que é da sua obrigação?

Já reparou que usa isso como desculpa? É assim tão imprescindível ou apenas pretende ser? Ou apenas fez por se tornar? É isso que lhe preenche e enche o coração? Se é então porque lhe pesa tanto? Porque lhe causa tanta angústia? Angústia que esconde de si mesmo e dos outros. Até ao ponto em que não consegue mais esconder. Não se sobrecarregue. Não se sobrecarregue de responsabilidade que muitas vezes buscou ter pois achava que isso a faria feliz.


Por medo de arriscar. Por medo de não conseguir ser feliz. Só existe uma solução. Soltar o que não lhe pertence. Soltar o que não o faz feliz. Soltar o que não lhe enche e preenche o coração. Arrisque-se a fazê-lo mesmo com medo e sentirá a leveza! Arrisque-se a ser feliz!


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Terceira Idade – À procura de uma nova perspectiva - por Sandra Andrade




Os idosos de hoje são o nosso futuro de amanhã. Um espelho que procuramos evitar a todo o custo. Somos jovens e vivemos como se fossemos jovens para sempre. A vida é um rodopio. Evitamos essa imagem de que um dia seremos idosos. Não, isso não é para nós. É para os outros. Nós vamos ser jovens para sempre. Mas não é bem assim. Não vivemos num conto de fadas em que somos felizes para sempre e ninguém quer falar em velhice, em doenças, em chatices. Empurramos os idosos para lá da nossa memória. Para dentro da casa deles. Para os hospitais. Para os Centros de Dia, para os Lares de Idosos, ou Casas de Acolhimento que é um nome mais pomposo. Ou Residencial.


Desde que fiquem fora da nossa vida. Desde que não fiquem lá a se lamentar e a nos lembrar que um dia seremos nós. Seremos nós a lamentar, a lamuriar, a querer chamar a atenção. A grande pergunta é a seguinte: O nosso futuro tem de ser assim? E se encararmos a resposta como um grande não? Vai de facto contra a maioria. Os idosos são considerados empecilhos. Não são úteis para a sociedade. Não dizem nada de útil e não fazem nada de útil. O seu tempo acabou. Já não tem palavra a dizer. Devem se remeter ao seu silêncio. À sua dor, às suas doenças, à sua solidão e às suas dores emocionais. Porque na sociedade não existe lugar para eles.


Mas se pudermos dizer um grande não a este futuro, como mudá-lo? Porque tem tudo de ser tão negro, tão fugaz e tão vazio? Um dia temos valor, no outro não valemos nada? Mesmo com doenças físicas ou mentais, com o envelhecimento do nosso corpo, com os cabelos brancos, todos nós merecemos respeito. Aos menos capazes é necessário dar todo o carinho e amor como tratamos os bebés que nascem completamente dependentes de terceiros. Porque tem de ser diferente no caso da terceira idade?


O nosso medo de envelhecer impede-nos de ver os idosos como eles são: Pessoas, seres humanos com sentimentos, com coração, com vivências. Que amaram, sofreram, tiveram alegrias, trabalharam, correram atrás de sonhos. Temos medo de envelhecer e ficarmos incapazes. Essa é uma realidade possível. Mas e os idosos que não apresentam sinais de doenças incapacitantes? Serão esses obrigados a ficar sentados à frente da televisão o dia todo após muitos anos de contribuição para a sociedade? É imperativo que aceitemos que a velhice existe e ela não tem de ser vivida frente ao televisor.


Cabe a nós, de qualquer idade, até mesmo já sendo idosos, começar a mudança. Mudar mentalidades. Mudar hoje para amanhã usufruir. Mudar hoje para que os idosos de hoje possam usufruir. Há que quebrar conceitos. Há que criar novos conceitos. Há que criar esperança. Imaginem uma sociedade onde os idosos não são atirados para lares, hospitais, etc. Onde os idosos são valorizados pelas suas capacidades e pelos seus saberes. Onde os idosos são professores da vida. Onde os idosos estão apenas noutra fase da sua vida. A terceira idade. As doenças existem, mas a vida também existe.


Como se sentiria se de repente acordasse num corpo idoso e fosse a pessoa que é hoje, uma pessoa inteligente, activa, que gosta de se realizar, e lhe dissessem que de hoje em diante teria de se sentar naquela cadeira, com cerca de mais quinze pessoas na mesma sala, todas elas com características e personalidades diferentes e lhe dissessem: De hoje em diante a única coisa que pode fazer é acordar, tomar banho, comer e ver televisão. Para o resto da sua vida. Não seria incapacitante? Pois então, já sabe o que sentem os idosos. Não admira que estejam tristes. Pensam que a vida tem de ser assim. Que tem de se conformar porque isso é ser idoso. Mas não é. Não é. Cabe a nós mudar essa ideia. Mudar essa ideia que os idosos têm de si mesmos. Que a sociedade tem dos idosos.


Os idosos têm muito carinho, amizade e amor dentro dos seus corações. São as mesmas pessoas que eram quando jovens, mas com mais experiência, mais tempo disponível e mais sabedoria. Imaginemos o quanto não podemos aprender com estas pessoas fantásticas que estão cá há tanto tempo. Imaginem as boas amizades que podem ter com os idosos à vossa volta. Crêem mesmo que tratamos de forma digna e correcta os nossos idosos? Não gostariam de ser vocês idosos rodeados de pessoas interessadas em conhecê-los, em aprender convosco, em conviver, em passar bons momentos?


Tudo isso é possível se começarmos a agir assim com os nossos idosos. Pequenos passos acabam por se tornar grandes passos de mudança. Todos somos seres humanos à procura de aceitação, amor e carinho. E todos merecemos tê-lo enquanto vivermos. Temos a oportunidade de mudar o futuro dos nossos idosos. O nosso futuro. Porque então continuar no mesmo registo? Atreva-se a fazer a diferença!


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27 fevereiro, 2023

Cansei - por Sandra Andrade



Pintado por Sandra Andrade



Cansei…Cansei de tentar ser a menina boazinha. A simpática. A educada. A perfeita. Cansei das exigências da sociedade. Cansei da mania da perfeição. Cansei de tentar. Cansei de ver a podridão escondida por trás disso tudo. O teatro. A fantochada. Todos têm segredos. Todos tem um lado negro que tentam esconder. Cansei de ser acusada por dedos acusadores e impiedosos quando eles não são perfeitos.


Quando eles também cometem erros. Quando eles também escondem segredos. Quando eles também escondem culpas… Cansei desse teatro. Cansei de ser eu apenas pela metade. Sim eu tenho qualidades. Mas também tenho defeitos. Cansei de ser vista apenas ou maioritariamente pelos meus defeitos. Cansei de tentar esconde-los e haver sempre alguém que os vai desenterrar e mostrar em praça pública.


Cansei de tentar escondê-los quando eles sempre arranjam uma maneira de aparecer. Cansei de ser considerada culpada. Cansei de ser olhada de lado, recriminada. Cansei da hipocrisia. Sim eu sou escuro e claro. Luz e sombra. Defeitos e qualidades. Sim eu não sou apenas qualidades. Eu tenho um lado frágil. Negro. Um lado de que tenho vergonha porque me dizem que não é aceitável.


Não eu não sou perfeita. Eu tenho defeitos. E nada disso irá mudar. Nunca. Então eu decido sair à rua, sem máscara. Embora inicialmente me irá doer muito…(Já não doía anteriormente?) Vou sair sem máscara. Quem assim quiser irá ver o meu lado bom ou o meu lado mau, ou ambos… A decisão é deles. Não minha. Eu sou quem sou e sou como sou. Gabem as minhas qualidades e ficarei feliz. Discriminem os meus defeitos e eu não poderei fazer nada senão aceitar. Mesmo que doa.


Porque a partir do momento em que eu aceitar o meu lado escuro, eu serei capaz de me aceitar e verdadeiramente me amar. E nessa altura não terei medo de errar, mas também não terei medo, sentimentos de culpa, tristeza, em mostrar o meu lado bom. Porque eu sou um e o outro e nunca apenas um deles. Eu sou uma pessoa completa. Integro sombra e luz. É tempo de aceitarmos a nossa sombra e a nossa luz e se os outros insistirem em apontar a nossa sombra, deixá-los. Não nos diz respeito a forma como eles vêem a sombra nos outros e em si mesmos. Cada pessoa deverá seguir o seu próprio caminho.


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20 fevereiro, 2023

Seja o Universo - por Sandra Andrade



A Lei da Atracção é considerada por muitos a descoberta do Século. Faça um desejo e deixe que o Universo lhe responda. Aguarde. É o mote desta lei. Tão simples quanto isso. Sendo assim porque será que o mundo não mudou drasticamente para melhor? Porque é que a Lei da Atracção nos concede pequenos desejos mas não concede grandes desejos? Algumas pessoas conseguem. Talvez elas saibam algum segredo dentro deste segredo considerado recém-descoberto. 


Não tente se justificar ou defender esta lei e tentar explicar porque é que ainda não ganhou os tais milhões, ou a casa na montanha, a casa na praia. Será que não está a desejar com muita força? Porque o que é dito é que tem de se desejar com muita força, todos os dias. E o resto do tempo em que não está a desejar? O que faz? Fica inerte? Não existe nesse espaço de tempo? Ou passa 24 horas a desejar? Parece muito cansativo. 


É de salientar que a inércia não só leva a lado nenhum como acaba por ser entediante. Então, se não é tão simples como desejar e esperar que o Universo responda, de que estamos a falar? A Lei da Atracção só por si é uma ilusão. Está incompleta. Afinal ninguém pode afirmar que recebe 100% do que deseja. E quem recebe é porque conhece o “truque”. Poderá afirmar que só recebemos o que estamos prontos para receber. Poderá ser verdade. Contudo há algo muito importante que está a escapar a esta teoria. Não existe o Universo e o Ser Humano. Existe uma Unidade. 


Aí é que reside a diferença. Nós somos pó das estrelas. Toda a matéria que existe veio das estrelas. E as estrelas fazem parte do Universo. Nós somos o Universo. Consciencialize-se disso. Nós somos o Universo e o Universo é nós. Somos tudo. Somos o mesmo. Quando pede um desejo para o Universo, está a pedir um desejo a si mesmo. Então, sabendo que está a pedir um desejo a si mesmo, tem lógica fica sentado à espera que o desejo se realize? Por esta perspectiva não tem lógica ceder à inércia e ficar apenas a aguardar.


Responsabilize-se. Responsabilize-se por quem é. Responsabilize-se pelos seus actos, pelas suas, vontades, pelos seus desejos. Empodere-se. Lembre-se de que você e o Universo são a mesma coisa. Desenvolva-se, cresça, aprenda. Sobretudo sonhe muito. Mas nunca pare. Nunca fique à espera que aconteça.


Corra atrás dos seus sonhos e realize-os. Sentirá em si essa força poderosa que atribuí ao Universo. Você é essa força. Não se menospreze, nem se desresponsabilize. Não existe a mínima Lei da Atracção se você não souber o que quer, quais os seus sonhos e não for atrás deles. Aí sim atrairá muitas coisas boas. E irá realizar-se. O Universo é tudo o que existe e nós fazemos parte dele. Nós simplesmente somos.


Seja o Universo!


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14 fevereiro, 2023

Seja a sua figura de referência interna por Sandra Andrade


Pintado por Sandra Andrade



Nos próximos tempos pretendo publicar um conjunto de textos criados pela minha amiga Sandra Andrade. São textos antigos, mas muito actuais que permitem-nos reflectir sobre os mais diversos assuntos. Espero que gostem. Grata Sandra por esta oportunidade!


Ao longo da nossa vida criamos figuras de referência. Os avós, os pais, os tios, o professor, entre outros. Vemos estas pessoas como exemplos a seguir. Há sempre aquela pessoa que nós admiramos quando somos crianças e que gostaríamos de ser como ela. Essa ilusão desfaz-se na adolescência quando começamos a questionar tudo e todos na sua perfeição ilusória e começamos a procurar outras figuras de referência. Muitas vezes cantores, actores, pessoas inalcançáveis, ou seja, aparentemente perfeitas.


É natural como crianças que procuremos exemplos a seguir. Procuramos pessoas que nos possam inspirar a ser alguém. Queremos ser como elas quando crescermos. Até certo ponto é algo bom para nós. Deixa de ser bom para nós quando não criamos uma referência interna, uma identidade pessoal bem cimentada. Deixa de ser bom quando a nossa auto-estima é baixa, quando não nos conhecemos bem a nós próprios, quando não conhecemos os nossos defeitos e as nossas qualidades, quando duvidamos de nós mesmos, quando não nos aceitamos.


Deixa de ser bom quando estamos pendentes das opiniões alheias para sermos alguém. Depender dos outros é entregar a nossa identidade nas mãos alheia. Não darmos um passo sem pensar o que os outros gostariam que nós fizéssemos. Preocuparmo-nos com o que os outros pensam. Martirizarmo-nos sobre o que deveríamos ter feito para agradar os outros. E os outros nunca estão satisfeitos e nós nunca os conseguimos agradar.


Chega o medo, a frustração, a raiva, a tristeza, o desânimo de nunca estarmos à altura de agradar a toda a gente. A verdade é que é impossível agradar a toda a gente pois vivemos num mundo complexo em que cada pessoa é ela mesmo um mundo complexo. Falta-nos a referência interna. A referência interna é a bússola que nos guia para o Norte. É a nossa auto-estima, o nosso autoconhecimento. É sabermos que somos o melhor que podemos e agimos da melhor forma possível de acordo com a nossa consciência e não à mercê do que pensam as outras pessoas que deveríamos ser ou fazer.


Nós já somos dotados de uma personalidade, de defeitos e qualidades. A nossa referência interna são estes aspectos. Devem ser os mais importantes na nossa vida e devemos ser completamente fiéis aos mesmos. Só assim não andaremos perdidos à deriva no meio dos detritos dos problemas existenciais que todos nós temos. Torne-se a sua própria referência. Ame-se. Cuide de si. Trabalhe as suas qualidades e defeitos. Defina uma missão pessoal, defina projectos, defina metas e baseie-se naquilo que quer e deseja.


Deixe de usar como referencial o que os outros pensam e querem que nós façamos porque no fim é connosco mesmos que vamos dormir e acordar para o resto das nossas vidas. Oiça sim o que os outros têm para lhe dizer e aconselhar, mas tenha o discernimento de escolher o que lhe interessa ou convém. O que lhe faz bem. Sempre haverá opiniões boas e más. Sempre haverá alguém agradado e alguém desagradado. Aprenda a agradar primeiro a si mesmo. Seja o seu próprio referencial e verá que tudo muda.


A vida se torna mais leve, mais alegre. Verá que aos poucos deixa de dar importância a opiniões menos boas e começa a ganhar capacidade de avaliar uma opinião válida para si de uma opinião equivalente a lixo. Só você sabe o que é melhor para si. Seja a sua referência interna. Seja um exemplo para si mesmo. Seja feliz!



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02 fevereiro, 2023

Se você está desperto - Esta mensagem é para si!

Vídeo - Uma mensagem pra todos os "teóricos da conspiração" e curadores - Narrado por Neva  (Gabriel RL)




Neste momento, há imensas pessoas a despertarem para as verdades do Mundo. Já não vêem a vida da mesma forma, já não confiam nos políticos, nos órgãos de comunicação social e nas suas histórias mirabolantes sobre o fim do mundo. 

As pessoas já se questionam sobre tudo: sobre a verdadeira história do Mundo, sobre a ciência, sobre a ida à lua, educação, ensino, crenças, religião, e isso fá-las olhar para dentro delas e ouvir a sua intuição, coisa que este sistema imposto à Humanidade, chamado matrix, nunca o permitiu - e esse acordar está, invariavelmente,  a permitir que o Ser Humano olhe para dentro dele e desperte.


Se você é desperto e tenta acordar mais e mais pessoas a cada dia, saiba que não está sozinho.
Esta mensagem é para si: 

"Os mostradores do caminho lideram expondo a verdade e trazendo a verdade aos olhos do público, onde muitos podem beneficiar deste conhecimento. Eles não dizem "segue-me", eles encorajam os outros a usar os seus dons e a ser a melhor versão de sim mesmos."*

*  Desconheço o autor da frase




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11 janeiro, 2023

Sobre as crianças índigo, cristal e arco-íris



Um bom resumo sobre quem são as Crianças Índigo, Cristal e Arco-Íris. 


Pode ainda ler:

  • Canalização de Alexandra Solnado - Mensagem inédita de Jesus sobre os Índigo

  • Os Índigo e as memórias de vidas passadas
https://vidaspassadas.blogs.sapo.pt/2638.html


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06 janeiro, 2023

Como seria o mundo ideal para as crianças viverem?






O Mundo ideal para as crianças viverem seria um mundo onde não existisse violência, guerra, ódio, miséria, escravatura, exploração. Seria um mundo novo, renovado, puro, com uma nova energia, onde houvesse fraternidade, igualdade e amor.

  • As crianças precisam de ser crianças - Hoje em dia existem inúmeras distracções como a internet, as redes sociais como o tik tok, onde alienam, confundem e doutrinam a criança. Os perigos da internet são muitos e todo o cuidado é pouco. 
  • As crianças não precisam da televisão para aprenderem - A maldita televisão "programa" desde gerações as mentes das crianças. Acham que o nome "programas" ou "programação" é ao acaso? A televisão passa mensagens subliminares sobre diversos assuntos. Nada na televisão é feito de forma aleatória. Cuidado!
  • As crianças precisam aprender a verdadeira história do planeta - Infelizmente, a história que aprendemos na escola é só sobre reis, rainhas, guerras, flagelos. A história foi  escondida e alterada. Por que razão eu nunca aprendi sobre a Tartária ou sobre a expedição que o Almirante Byrd fez à Antárctida no século passado? 
  • As crianças necessitam ter acesso a tecnologias de cura que foram suprimidas à Humanidade, brinquedos educativos, uma casa, roupa adequada, comida saudável sem fast food á mistura, tecnologia adequada a idade, água potável, natureza limpa e pura. 
  • As crianças necessitam estar numa escola que não doutrine - uma escola que os ajude a serem empatas com os colegas, com os professores, com os cidadãos. Outras matérias deveriam ser dadas, pois as actuais de nada servem. O sistema está feito para que as crianças e jovens se percam na vida, está feito para que não aprendam a seres felizes, mas sim escravo do sistema: comer, dormir e trabalhar. A vida é muito mais do que isso. 


Fonte da imagem: Facebook




Felizmente, já estamos na Era de Aquário e com ela vem a verdade, a cura, a Luz, a informação correcta, outros valores e as crianças índigo podem, finalmente, por em prática tudo aquilo que está dentro delas. a nova energia no novo mundo para fazerem avançar o velho mundo. E assim é!


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11 maio, 2022

A minha essência espiritual



essência espiritual feminina
A minha essência espiritual


A minha amiga Vanessa, do  The Wellbeing Blogger, ofereceu-me, no dia do meu aniversário, um desenho criado por ela em que "retrata a minha essência espiritual". Eu fiquei fascinada por vários motivos: 1º pelo seu enorme talento e 2º porque me revejo muito nessa arte.

Eu gosto muito de fazer a leitura intuitiva aos desenhos e pinturas que vou vendo e que também me pedem para analisar, pois acredito que a arte representa a expressão máxima de como as pessoas são ou se sentem. Consegue-se perceber consciente e/ou inconscientemente. 

Então decidi analisar este desenho sobre mim:

Consigo ver-me de olhos fechados a meditar. Sinto-me calma, em paz e sossegada. Estou bastante concentrada na minha cura.

Coroa de flores

Tenho uma coroa de flores e isso remete para a minha paixão pela natureza. Não há uma única meditação em que eu não vá para um campo florido, ou um lago ou até uma praia. 


O pentáculo

O pentáculo bem no centro da minha testa, protege o meu chakra índigo dos ataques dos espíritos trevosos que por inúmeras vezes tentam interromper as minhas meditações e roubar-me energia. 

Ao mesmo tempo que vejo este símbolo, o meu espírito e a mente sabem que eu não posso descurar essa parte: pedir protecção sempre, pois há muitas forças que querem que eu caia, mas eu não lhes vou fazer a vontade.

O cristal

O cristal posicionado bem no centro da garganta, é azul, da cor do respectivo chakra e está rodeado pela luz branca e dourada. O cristal é perfeito; tem 6 lados e representa, na minha vida harmonia, cura e mudanças. De facto é o procuro quando medito. 

Devo usar mais vezes os cristais enquanto medito. Bem lembrado! Ultimamente não tenho meditado com cristais.

A chama violeta

As cores que me rodeiam são duas: a cor da minha aura - azul índigo e o violeta da chama violeta. Misturadas formam uma tonalidade bastante interessante. 

Eu uso a chama violeta para tudo, pois um dos meus Mestres é Saint Germain. A chama violeta tem a função de transmutar as más energias em boas; então eu imagino a Terra rodeada por essa luz maravilhosa, transmuto algum sentimento mau; até os alimentos, medicamentos e a água. 

A Terra é um planeta denso e está a passar pela transição planetária, ou seja da Era de Peixes para a de Aquário e da 3ª para a 5ª dimensão. Então, existem muitas egrégoras de energia negativa que baixam a vibração do Todo. Então, uso com frequência essa luz violeta para limpar. Cada um faz a sua parte. 😊



chama violeta
Fonte: Telegram




O desenho foi pintado a aquarela.
Obrigada Vanessa!
És uma GRANDE ARTISTA!

Muitas vezes, as pessoas vêem mais coisas sobre nós, do que nós mesmos. 😄



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23 setembro, 2021

A limpeza espiritual com o amor incondicional


Rosa, flor

Escrito a 23/02/2020


Ontem fiz a minha primeira limpeza espiritual com o amor incondicional. Trata-se de uma menina com 17 aninhos. 💖 Foi ao Carnaval, pelo meio discutiu com o namorado e só a meio da discussão se lembrou que.. Ups!

- Esqueci-me de fechar a aura!!!

À noite, fui visitar os pais dela e vi-a muito apagada, com falta de energia, triste!

Perguntei-lhe:
- Foste ao Carnaval?
-Sim, e discuti com o meu namorado Esqueci-me de me proteger.

De repente, senti uma grande vontade em ajudá-la, limpá-la! Comecei a ser guiada e procedi à limpeza de aura:


Com as minhas mãos activei-lhe o chakra índigo (entre as sobrancelhas), pois estava completamente bloqueado. No chakra coronário (topo da cabeça) activei-lhe os códigos-mor de Atlântida para a cura com o amor incondicional. Finalizei com uma aura de limpeza de aura (usei o passe espírita).
Eu não ouvi mensagem nenhuma dos meus Guias, apenas fui guiada. Sugeri que se levantasse e bebesse água.

Passados uns 20 minutos, mais ou menos, sentiu-se melhor e com uma vontade de ir dormir. Com toda a certeza que essa limpeza removeu todo o tipo de vampirismo a que foi exposta no Carnaval e aos nervos que apanhou por ter discutido com o namorado.

De madrugada acordei e pensei nela. Senti por ela um amor tão grande, mas tão grande que o meu chakra do coração (situado no centro do meu peito) pulsou e emitiu luz rosa, a luz do amor incondicional.

Pensei: foi a minha primeira limpeza com o amor incondicional, o amor que tudo cura!

E assim é!
Grata!


NOTAS

- Nesse dia eu tinha ido a uma taróloga/terapeuta que me informou que uma das minhas missões de vida seria canalizar Seres de Luz.

- Indicou-me algumas protecções que eu deveria ter em conta na hora de canalizar, pois se não me protegesse, poderia canalizar mensagens de espíritos e outras entidades negativas.

- Sei que durante a sessão eu recebi muita, mas muita Luz e downloads, ou seja, pacotes de informação, novas informações que ficam alojadas no meu inconsciente e espírito e que são necessárias para o processo de Despertar e Cura pessoal, bem como a Cura de outras pessoas.

- Por que razão eu digo que limpei com o amor incondicional? Porque eu estava banhada dele. Durante cerca de 3 dias após essa sessão com a taróloga, eu sentia-me em estado de graça. Muito calma, muito feliz, protegida e amparada. Sentia e via amor em tudo, em todas as coisas. Foi uma sessão muito interessante, pois senti o Alto em todo o seu esplendor.

- Os códigos-mor de cura da Atlântida são códigos etéricos, ancestrais, que eram usados na Atlântida, há 10 500 anos e tinham como finalidade a cura e a protecção. Cada pessoa tem um código-mor próprio e podem ser criados outros para diferentes situações. Esses códigos tem a forma de símbolo e são colocados na aura da pessoa. 



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28 junho, 2021

As Cartas aconselham






As cartas aconselham

Mini Portal 6/6 e Lua Cheia
24/06 = 6/6 (2+4=6 | 0+6=6) = 6/6


Para este mini portal que coincide com a lua cheia, as cartas aconselham que é necessários expressar a nossa verdade e, se isso não acontece podemos desalinhar e/ou bloquear o chakra da comunicação: garganta. 

Como tal, podemos sempre pedir aos nossos anjos e mestres que nos ajudem a expressar aquilo que sentimos e podemos pedir-lhes também que nos ajudem nas nossas tomadas de decisões, isto porque os Anjos não podem interferir no nosso livre arbítrio, a menos que lhe demos permissão.

Realço ainda que esta tiragem direcciona-se sobretudo às crianças/adultos índigo, pois são altamente sensíveis às energias e, nesta altura, a Terra está num turbilhão, pois estão a acontecer muitas limpezas kármicas não só com os índigo, mas com todos nós, porque afinal das contas: SOMOS TODOS UM.


Oráculo Terapia dos Anjos de Doreen Virtue

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27 abril, 2021

Quem são os Trabalhadores da Luz e quais são as suas missões


Quem são os Trabalhadores da Luz e quais são as suas missões

Quem são os Trabalhadores da Luz

Os Trabalhadores da Luz são seres humanos que estão encarnados na Terra com um propósito espiritual. São almas antigas, que trabalham para as Forças da Luz, que vieram de outras orbes e de outras dimensões mais elevadas e agora estão aqui encarnadas neste plano.
Nestes tempos de mudanças e de transição planetária existem na Terra milhares e milhares de trabalhadores da luz espalhados pelo mundo.

Quem são as Forças da Luz

São os Anjos, Arcanjos, Comandantes, Mestres Ascensos, Guias, Espíritos bem-feitores, Seres Galácticos positivos que trabalham para Deus Pai/Mãe com o objectivo máximo do equilíbrio, protecção, harmonia e evolução.


Missão dos Trabalhadores da Luz

Se observarmos bem a história do mundo podemos concluir que sempre houve trabalhadores da luz encarnados no nosso planeta. Foram aquelas pessoas que trouxeram alguma evolução à sociedade, seja na parte tecnológica, humanitária ou científica, por exemplo.
Num contexto espiritual e de ascensão, desde tempos remotos que sempre houve trabalhadores de luz nesta orbe. Estou a falar dos seres que contestavam o sistema implementado na altura, os que contestavam as religiões e o facto que Deus era tirano e punitivo. Outro exemplo foram os trabalhadores de luz que sempre acreditaram no amor ao próximo, na cura através das plantas, na alquimia, na mediunidade, entre outros.

Nos tempos actuais, podemos constatar que as crianças índigo são trabalhadores da luz, pois vieram com missões muito nobres. Quando despertarem, essas crianças, hoje, jovens e adultos, saberão exactamente que missões trazem à Terra, pois essas crianças já nasceram prontas. Têm os comandos todos na cabeça e, muito importante, têm a memória futura de como será a nova terra depois no Evento.
As missões das crianças índigo são inúmeras: expor o velho mundo e tudo o que está implementado nele (crenças limitantes, medos, sociedade, etc.). Podem trazer também a missão de curar espiritualmente outras pessoas, canalizar, escrever, chamar a atenção para a ecologia e o meio ambiente, entre muitas outras coisas.

Gostaria de realçar também aqui uma questão de grande importância. Não são só as crianças índigo e os trabalhadores da luz com missões espirituais que vieram à Terra equilibrar, contestar e trazer com isso a harmonia, pois existem muitos trabalhadores de luz que vieram à terra cuidar, ensinar, liderar, educar, formar, exercer a diplomacia, dar o exemplo…são seres de luz com outras grandiosas missões que podem não ter como missão, nesta vida, desenvolver dons espirituais.

Karmas e entraves

Os trabalhadores da luz ao longo da história foram perseguidos, atacados, assassinados, veja-se o caso de Jesus Cristo (Sananda). Neste sentido, por estarem retidos na matrix, os trabalhadores de luz também erraram noutras vidas e acumularam karmas. Desta forma, terão de os equilibrar e muitos estão a fazer isso nesta vida, porém, o número de karmas é imenso, pois muitos, consoante a sua missão, terão de ir limpos energeticamente para a 5ª dimensão, depois do Evento.
Para além disso, sempre houve e continua a haver quem tente sabotar as vidas encarnatórias dos trabalhadores de luz e, nos tempos actuais, isso é bem visível.

Vamos fazer um levantamento dos karmas e entraves que os trabalhadores de luz encontram:


• Implementação de chips e implantes vida após vida que não são removidos, ficando alojados no espírito. Esses chips têm como objectivo activar o medo e retirar-lhe energia, baixando desta forma a vibração do hospedeiro.
• Feitiços e maldições. Quando alguém roga uma praga ou faz um feitiço, o campo magnético da pessoa tende a ficar debilitado e atrai todo o tipo de situações para esta não vingar na vida. São as chamadas depressões, manipulações, suicídios.
• Ataques de espíritos e/ou galácticos negativos que implementam chips aos trabalhadores de luz enquanto dormem e/ou meditam.
• Implementam chips noutras pessoas de baixa vibração de forma a criarem aos trabalhadores de luz situações de conflito, mal-entendidos.
• Os karmas pessoais de cada trabalhador de luz também não são fáceis de gerir. Estes seres são extremamente sensíveis e o mal está sempre à espreita para os fazer cair e não cumprirem as suas missões de luz.

No entanto, os trabalhadores de luz têm consigo os seus guias e mestres que os acompanham ao longo da sua jornada. Quando o assunto é o bem maior, até pode haver entraves na vida de um trabalhador de luz, mas acredito que mais cedo ou mais tarde acabará por cumprir a sua missão.

Hoje em dia, estão a chegar à terra crianças que já não trazem karma, já o limparam ou então crianças que vêem de outras orbes, e por isso, esta será a sua primeira vida na Terra. Então, vamos olhar para elas e receber todo o amor e toda a sabedoria que trazem à Terra para elevar este planeta rumo a uma dimensão mais elevada: Aquário! Esta Era espera por nós!


Não desistam!
Confiem no plano!

  • Uma mensagem para todos os "teóricos da conspiração" e curadores - Narrado por Neva/Gabriel RL.
  • Kryon - Uma mensagem aos trabalhadores da Luz (Neva/Gabriel RL).
  • Prece Crística aos trabalhadores e Gurreiros da Luz. 


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12 outubro, 2020

A escola ideal para todas as crianças - Uma realidade que não existe em Portugal



Texto escrito em 2016  e revisto em 2020


Fui aluna durante 18 anos. Sempre gostei de andar na escola, no entanto, achava algumas disciplinas enfadonhas. Nunca entendi porque deveríamos decorar a matéria para os testes para depois no dia seguir esquecermos tudo.

Sempre senti que a escola deveria apostar mais nos alunos, fazê-los pensar. Gostava quando, nas aulas, os professores promoviam o debate e incentivavam os alunos a superarem-se. Hoje em dia, verifico que, infelizmente, a escola pouco mudou. Por isso, decidi dissertar sobre este tema, pois sei que muitas crianças comuns e também as crianças índigo têm dificuldades em integrar-se neste modelo escolar que, na minha opinião, está profundamente enraizado.


“As novas formas de escrever, ler e lidar com o conhecimento integram uma nova ecologia cognitiva: maneiras diferentes de pensar e de aprender. Conheceremos também outras formas de ensinar, de organizar a escola e, é claro, de avaliar”. Ramal (2000:1)


Gostaria que pensasse acerca destas questões?


  • Qual é a sua visão sobre educação?
  • Como foi a sua passagem pela escola?
  • Tinha tardes livres?
  • Que disciplinas gostava mais?
  • E tinha mais dificuldade em quais?
  • Tinha muitos Trabalhos Para Casa (T.P.C.) para fazer?
  • Tinha tempo para brincar depois?
  • Você colabora com a escola do seu filho?
  • Se você sugerisse algo novo à escola, um método diferente, uma actividade nova, acha que seria bem aceite?
  • Acha que a escola satisfaz as necessidades do seu filho?

Na minha opinião, o sistema do ensino em Portugal sempre foi aborrecido, monótono e entediante. Muitas aulas e muitas disciplinas foram uma verdadeira “pasmaceira”. Gostaria de ver as escolas com padrões novos, arrojados, onde todas as crianças pudessem aprender de forma diferente e que, já agora, funcionasse acima de tudo, para o bem-estar geral de TODAS as crianças, sejam índigo ou não. Eu defendo que todas as crianças deveriam ter acesso à educação escolar e de forma gratuita. Por que não começar a mudar o ensino? Acredito que em muitas escolas já se verifiquem muitas mudanças, mas vou mostrar-vos como seria a minha escola ideal.


Ensino pré-primário


Esta altura é óptima para a criança começar a aprender várias línguas ao mesmo tempo. Se um pai souber inglês e a mãe souber espanhol ou francês, deveriam falar com ela nessas línguas também. Ou então, na pré-primária, os professores/educadores deveriam trabalhar esta questão com os alunos:

Exemplos:

  • Adaptar algumas brincadeiras e acrescentar palavras em inglês. ‘Agora vamos jogar à bola’. ‘Bola em inglês diz-se: ball’. ‘A bola com que vamos brincar é branca e preta’. ‘Branco em inglês diz-se white e preto black’.
  • Ouvir músicas adequadas à idade, mas em inglês ou noutra língua.
  • Ver desenhos animados em inglês ou noutra língua.
  • Visualizarem algumas imagens e associarem palavras a essas mesmas imagens. ‘O que é isto?’ Os meninos respondem: ‘é um cão.’ ‘Em inglês cão é dog’. E eles repetem.
  • Nas épocas temáticas como Natal, Dia da Mãe, Dia do Pai, etc., as actividades, lembranças, jogos poderiam ter palavras e sons nas diversas línguas. Durante um teatro de Natal, as crianças podem ouvir e até dizer palavras-chave como Pai Natal, árvore de Natal, neve, Menino Jesus, etc., mas em inglês ou noutra língua.
  • Nestas idades, as crianças estão aptas para ouvirem diferentes línguas. Experimentem fazer isso quando tiverem 20 anos. É muito mais difícil, apesar de existirem pessoas com facilidade para aprendem diversas línguas.
  • Só tive contacto com o inglês no 5º ano, com o francês no 7º ano e ouço espanhol desde os 4 anos porque via televisão. Com a língua castelhana sempre tive essa benesse, no entanto, considero essa aprendizagem irrelevante, pois o inglês é essencial.

Ensino primário


As crianças no ensino primário devem ir preparadas para o ciclo.

  • Cuidado com os erros ortográficos. Fazer um ditado e depois escrever, por exemplo, 5 vezes as palavras que errou, parece-me ser uma boa solução. Comigo resultou.
  • Aprender a conjugar os verbos correctamente.
  • Para mim, a matemática sempre foi um problema. Os professores deveriam ter em atenção os alunos que têm mais dificuldade com esta disciplina e procurar soluções. Eu aprendi a contar com caricas. Apesar de não gostar nada de matemática nunca me esqueci desse pormenor, o que significa que foi importante e até engraçado para a minha aprendizagem. A brincar também se aprende.
  • Fazer pequenas composições sobre diversos temas.
  • Estimular a leitura, fazer pequenos resumos, criar histórias com fantoches.
  • Os pais aqui também têm um papel muito importante, pois devem acompanhar os filhos e verificarem quais as necessidades/dificuldades, gostos, etc. da criança.
  • Praticar desporto na escola e ter aulas de música e inglês, francês, espanhol ou outra língua. Na época em que passei pelo ensino primário estas últimas tarefas não estavam no plano de estudos, infelizmente.
  •  Novo Acordo Ortográfico?! “De fato é fato" … Qual desta palavras é o "fato" de vestir?
  • Na época do Estado Novo, quem se portava mal ou desobedecia à professora, tinha um encontro marcado com a cana ou com a régua de madeira. Os alunos tinham muito respeito pelos adultos e pelos seus professores. Hoje em dia isso não se verifica tanto. Agressões entre pais e professores, alunos e professores, violência e humilhação dos alunos com os seus pares são uma constante. Educa-se em casa, aprende-se na escola. As próprias escolas e o Governo também deveriam ter uma palavra a dizer.

Ciclo


“Em muitas escolas, o aluno ainda passa mais tempo ouvindo explicações do que realizando estudos pessoais. O acompanhamento do trabalho ainda é superficial, ligado a instrumentos de avaliação que muitas vezes funcionam como formas de pressão e controle. Os alunos não são orientados para a elaboração dos próprios planos de estudo interdisciplinares; assim, para eles a avaliação parece servir apenas para decretar promoções e reprovações”. Ramal (2000:5)

 

Penso que a passagem para o ciclo é sempre complicada para os alunos. Mudança de escola, de professores, de colegas. Da mesma maneira que no ensino primário se devia preparar os alunos para o ciclo, no ciclo dever-se-ia preparar os alunos para a escola secundária.

Na disciplina de Língua Portuguesa, por exemplo, em vez de se debitar a matéria comum: todos os verbos, conjugações e a gramática, aos alunos deveriam aprender Técnicas de Expressão Escrita. Onde se colocam as vírgulas nas frases, como se redigem os textos escolares, análise de texto, texto narrativo, informativo, etc. Fazer exercícios práticos de forma a que os alunos interagissem uns com os outros. Eu só tive essa disciplina no 2º ano do curso… na Universidade….

Nesta fase, os alunos já deveriam saber o básico de inglês, francês, espanhol ou outra língua, para que nos próximos anos, se aprofundasse mais vocabulário e a cultura desses países estrangeiros. Aquilo que eu noto é que gora dão-se as mesmas matérias, da mesma maneira que há 20 anos atrás. Dever-se-iam rever os métodos de ensino, tanto nas línguas estrangeiras, como às diversas disciplinas.

Posso afirmar, e quem me conhece sabe que é verdade: não aprendi inglês nos anos em que estive a estudar. Aprendi, é verdade, verbos, a “lot of verbs”, vocabulário, mas não aprendi o mais importante, juntar as palavras todas e falar. Só agora, com 31 anos, é que estou a aprender correctamente inglês, com uma professora que trouxe para Portugal um método de ensino completamente diferente e inovador, adequado à aprendizagem da língua. Falar inglês e ouvir a professora falar o idioma é um grande passo para aprender uma língua estrangeiro. Creio que isto é válido para o ensino de todas as línguas estrangeiras.

Para muitos alunos, as aulas de História são uma “seca”. Por que não mudar isso? No meu caso lembro-me de repetir a matéria do 6º ano no 8º ano. No 5º e 6º concordo que se ensine História e a Geografia de Portugal, mas nos anos seguintes, o programa poderia abordar outras temáticas, para não as repetirmos. Cultura egípcia, cultura Maia, História da Espanha, da Europa, da América. Os alunos poderiam ver documentários adequados à sua idade. Os alunos poderiam participar na aula através de um mini-teatro, por exemplo, reunir os alunos em grupo. O aluno Zé é o Rei D. Dinis e terá de explicar à turma o que fez enquanto rei de Portugal. A Maria fazia parte da nobreza. Teria de exemplificar o que era a nobreza e quais as suas principais características. Muitos alunos queixam-se dos apontamentos de história. Por que não fazer esquemas da matéria para depois eles em casa ou até mesmo na escola redigirem resumos e sínteses da matéria?

Gostava de ver na escola uma disciplina de cultura geral. Onde são os Himalaias? O que é o budismo? Qual é a cidade mais fria do Mundo? Ou então o professor escolhia um tema e os alunos podiam dialogar sobre ele: o que é a reciclagem? Fazes reciclagem em casa? Como podemos fazer para diminuir a camada de ozono? Os alunos poderiam também comentar oralmente temas do quotidiano (notícias).

A escola deveria ensinar métodos de estudo adequados a cada aluno (fazer esquemas, resumos, etc). O ensino deveria ser personalizado. A escola deveria incutir também hábitos de leitura. O grande problema é que para passar de ano ou terem boa nota, os alunos têm de saber a matéria na ponta da língua. Os próprios testes criam ansiedade. Cheguei a ter três testes no mesmo dia. O ano lectivo é extenso e tem muitos meses…

As notas são quantitativas e não qualitativas. Quando os professores nos pediam um trabalho que não contava para nota, suspirávamos de alívio. Esses trabalhos, por norma, saiam-me sempre bem.

A escola e os professores deveriam fazer workshops com os pais e depois com os alunos, onde se abordassem temas do interesse deles: entrada no mundo da adolescência, educação sexual, bullying, obesidade, anorexia, álcool, drogas, tabaco, etc. Convidar entidades como médicos, psicólogos, GNR ou a PSP, etc. Eu gostava quando isso acontecia na minha escola. Era um dia diferente. Aprendíamos também de forma diferente e divertida.

Penso que os alunos têm imensos trabalhos de casa para fazer. Já saem tarde da escola e ainda têm de fazer os trabalhados de casa e estudar… Sobra-lhes tempo para quê?

As bibliotecas das escolas poderiam apostar mais em actividades para os alunos, para criarem hábitos de leitura e aproximar mais os alunos aos livros, jornais, revistas, enciclopédias.

No 5º ano os alunos deveriam ter aulas de informática e deveriam aprender os perigos da utilização da internet como se deve utilizar a internet de forma segura.

Muitas das vezes nem usávamos os livros das disciplinas nas aulas.

Deveria haver mais feiras de artesanato, do livro, ciência, da física e da química, desporto, onde os alunos pudessem expor os seus trabalhos.

Dedicar uma semana dedicada às línguas estrangeiras com actividades.

As turmas deveriam ser mais pequenas.

Aplicar jogos didácticos e novas metodologias nas aulas, de forma a captar a atenção do aluno e também para que se sinta motivado.


 Ensino secundário


“Uma nova educação na qual o aluno perceba que ele é o principal interessado fazer render seu estudo e em verificar como pode aprimorar as estratégias de construção do saber. Isso só será possível numa escola em que o aluno não estude “porque o pai mandou”, “para não ficar de recuperação”, ou “para sair logo”. Deverá ser uma escola com outras motivações, na qual estudar seja interessante, pesquisar seja algo inevitável para satisfazer as curiosidades despertadas, e aprender seja algo imprescindível na consciência de futuros cidadãos que desejam se aprimorar e colocar o conhecimento a serviço da comunidade”. Ramal, (2000:5)

 

Aqui dever-se-ia preparar o aluno para a entrada da Universidade. A escola secundária deveria fazer a ponte com as Universidades. Explicar os alunos como se processa. A burocracia também é um grande entrave, na minha opinião.

Penso que a disciplina de cultura geral deveria permanecer. Se um aluno estivesse em Humanidades, nas aulas de cultura geral poderia abordar temas que não estuda na sua área: Economia, Geologia, Biologia, ou então abordar outras disciplinas de opção dessa área área que escolheu: Sociologia, Psicologia, etc. 

Os alunos aqui já deveriam escrever e falar correctamente línguas estrangeiras.

Nomear os alunos de excelência para que o seu nome fique no quadro de honra da escola também não me parece boa ideia. Parece haver aqui uma ideia de rivalidade e de competição. Os alunos que não têm excelentes notas até podem ser muito bons a áreas que ainda nem conhecem.

Rigor na pesquisa e preparação dos trabalhos académicos.

[O cidadão]“(…) Deverá ser um profissional capaz de aprender sempre; um ser consciente e crítico, que dialogue com as diferentes culturas e os diversos saberes, que saiba trabalhar de forma cooperativa e que seja flexível, empreendedor e criativo para administrar sua carreira e sua vida pessoal, social e política”. Ramal (2001:3)


Conclusões


Hoje em dia, a escola não diz nada aos alunos porque a matéria é difícil, extensa e aborrecida. Dá-se muita matéria, mas de forma superficial, não se aprofunda. Era preferível o contrário.

Os alunos não ouvem, não discutem ideias, não são nem estão motivados. Pensar, debater, argumentar, aprender deveriam ser as palavras de ordem na escola; e não decorar e debitar a matéria nos testes e exames.

Os professores também se devem sentir motivados, mas com tantos problemas que têm existido no ensino, acredito que não esteja a ser fácil para muitos docentes. A burocracia também não ajuda.

Dever-se-ia escutar os alunos e ir ao encontro das suas necessidades. De manhã, os alunos estão mais concentrados. À tarde, as aulas deveriam ser práticas. Ficar 90 minutos dentro de uma sala de aula desmotiva, cansa e desinteressa.

Ou então adoptar um ensino com pouca carga horária, (exemplo, ter aulas só de manhã) onde os alunos tivessem tempo de desenvolver outras actividades paralelas ao longo do dia (natação, equitação, etc);

TPC 0.

Deveria apostar-se num ensino grátis (livros, refeições, materiais, transporte);

As turmas têm muitos alunos e quando é dada a matéria, a turma passa a ser um só aluno e não uma turma heterogénea, porque não há tempo para personalizar o ensino. Quando um aluno já sabe mais ou já aprendeu a matéria bem em relação aos seus colegas, desmotiva-se. Os professores devem cativá-los com outras formas de aprendizagem. E quando um aluno tem muita dificuldade em assimilar uma determinada matéria?? Fica para trás. Acredito que algumas escolas não conseguem responder a essas necessidades. Defendo um estudo personalizado e acompanhado, com novos métodos e técnicas adequadas às necessidades de TODOS os alunos.

Os alunos são obrigados a escolher uma área com apenas 14/15 anos. Com 18 anos já têm de escolher um curso. Terão eles a experiência e a maturidade necessárias para definirem o que querem fazer? Por isso, acredito que o ensino deveria ser personalizado para que se adapte a cada criança/jovem. Há jovens que querem seguir uma área desde muito novos e os outros? Não necessitarão de um apoio mais aprofundado?

Muitas das vezes os alunos não conseguem entrar no curso que querem porque as notas são muito altas, no entanto, há alunos que conseguem entrar no curso que querem porque a média de entrada é negativa….

A informação que está exposta na Internet nem sempre é a mais correcta. Hoje em dia há muitos estímulos e a escola deixou de ser a principal fonte de conhecimento para os alunos. Poderia haver um maior acompanhamento da escola em relação a isso. Nem sempre com uma simples pesquisa no Google se faz um bom trabalho de pesquisa.

Aprender a utilizar as novas tecnologias e filtrar a informação correcta da errada é fundamental.

A escola deve servir para os alunos pensarem e desenvolverem a sua criatividade. As crianças deveriam ter mais tempo para brincar e não deveriam estar tão sobrecarregados com as próprias aulas, com actividades extra-curriculares, com trabalhos para casa e ainda estudar. São apenas crianças.

Já para não falar da mochila de 10 kg que têm de levar para a escola. Quando eu estudava não usava os livros todos e era obrigada a levá-los para a escola por receio de ter falta de material.

A escola poderia ter aulas de pintura, desenho, música, mas a sério. Eu tive música e só sei desenhar claves de sol. A escola deveria ter ateliês de dança, teatro, fotografia, etc. e que essas actividades/disciplinas fossem ao encontro dos gostos e expectativas dos alunos.

Devia-se dar voz aos alunos, às crianças e jovens, pois serão eles os nossos professores, médicos, engenheiros, etc. num futuro bem próximo. Serão eles a continuação da nossa geração.

Formar jovens competentes, profissionais, que não têm medo do futuro nem do desconhecido; apoiar os jovens que arriscam, que lutam pelo que querem, deveria ser a máxima das escolas.

O ensino deveria ser repensado, modernizado e adequado às necessidades de cada aluno, e não de uma turma.



O texto que se segue é da autoria de Andrea Ramal e intitula-se “Avaliar na Cibercultura”. A autora descreve como será o ensino daqui a uns anos.


A Escola do Futuro


“Avaliar na Cibercultura” Por: Andrea Ramal

"Estamos em 2069, num ambiente de estudo e pesquisa, antigamente chamado de "sala de aula". Os aprendizes têm entre doze e dezesseis anos e conversam com o dinamizador da inteligência coletiva do grupo, uma figura que em outras décadas já foi conhecida como "professor".
Eles estão levantando e confrontando dados sobre os Centros de Cultura e Saberes Humanos (ou, como diziam antes, as "escolas") ao longo dos tempos. Admirados, não conseguem conceber como funcionava, no século passado, um ensino que reunia os jovens não em função dos seus interesses ou temas de pesquisa, mas simplesmente por idades.
O orientador de estudos lhes fala da avaliação: ela classificava os alunos por números ou notas segundo seu desempenho, e em função disso eles eram ou não "aprovados" para o nível seguinte. Os aprendizes ficam cada vez mais surpresos. Como determinar "níveis de ensino"? Como catalogar "fases de conhecimento"?
O que seriam "etapas" escolares? Em que nó da rede curricular eles se baseavam para fundamentar isso? A surpresa maior se dá quando descobrem que essas avaliações ou "provas" eram aplicadas a todos os estudantes do grupo. A MESMA PROVA? - espantam-se todos. Não conseguem conceber uma situação em que todos tivessem que saber exatamente os mesmos conteúdos, definidos por outra pessoa, no mesmo dia e hora marcados. "Eles não ficavam angustiados?" - comenta um aprendiz com outro.
Os jovens tentam se imaginar naquela época: recebendo um conjunto de questões a resolver, de memória e sem consulta, isolados das equipes de trabalho, sem partilha nem construção coletiva. Os problemas em geral não eram da vida prática, e sim coisas que eles só iriam utilizar em determinadas profissões, anos mais tarde. Imaginando a cena, os aprendizes começam a sentir uma espécie de angústia, tensão, até mesmo medo do fracasso, pânico de ficar na mesma "série", de ser excluído da escola...
"Assim, eu não ia querer estudar", diz um deles, expressando o que todos já experimentam. Mas em seguida, envolvido pelos outros temas da pesquisa, o grupo inicia uma nova discussão ainda mais interessante, e todos afastam definitivamente da cabeça aquele estranho pensamento."

 

Talvez este modelo seja implementado apenas em 2169… ou será uma utopia?



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24 abril, 2020

Eduardo Marinho comenta o Mundo actual




Chamam-lhe o filósofo da rua.  Eduardo Marinho, neste vídeo, opina, sabiamente, sobre a estrutura do mundo actual: materialismo, influência dos media, consumo, pobreza, o sistema, depressão, educação, livre-arbítrio, crise de valores. - no fundo comenta o que é a Matrix que foi imposta no nosso mundo há milhares de anos e que, só agora, estamos a conseguir sair dela. 

Crianças/Adultos Índigo

Aproveito a  ocasião para fazer um paralelismo com as Crianças/Adultos Índigo, pois algumas pessoas já me têm questionado: Mas, afinal quem são as crianças/adultos índigo? Aqui têm um excelente exemplo: Eduardo Marinho.

As crianças/adulto índigo vieram para quebrar os sistemas antigos da velha Era de Peixes; elas vieram mostrar o novo, como se pode fazer as coisas de outra maneira (trabalho, ensino, religiões, valores, etc.) na recém implementada Era de Aquário.

Ao longo da nossa vida fomos "robotizados" para vivermos de determinada forma, sem questionar se o que nos era implementado estava certo ou errado. Então, estas pessoas vieram ao mundo com uma missão muito especial: elevar consciências e fazer avançar a humanidade. 

Vale a pena ver o vídeo e pensar a respeito.  Deixo-vos também o línk do seu blogue: "Observar e Absorver."



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20 agosto, 2019

Que características terá o líder na nova Era?






O verdadeiro líder, o líder nato, é aquele que inspira as pessoas a serem como ele. Apresenta soluções para os problemas.

Sabe fazer as coisas porque aprendeu e ensina-as a fazer bem. O líder sabe como, consciente ou ainda que de forma inconsciente, chegar às pessoas. Ele explora, estuda, coordena, distribui, ensina, organiza, exemplifica. O verdadeiro líder é muito mais do que um chefe, pois motiva, respeita as pessoas, é humano.

É honesto, justo, coerente, objectivo e eficaz. Essas características são-lhe inatas, pois, muito provavelmente o líder nato, já o foi noutras vidas e não sabe, ou não se recorda. Apenas está no seu inconsciente e essas recordações saem quando têm de sair, nos momentos chave.

O grande líder pode ter sido um grande rei, um senador da Antiga Grécia ou um faraó do Antigo Egipto, numa outra existência. Impossível, pensa ele. Possivelmente, pensamos nós, espiritualistas.

As pessoas que estão encarnadas aqui na Terra, no momento actual, foram as mesmas que fizeram a nossa história, a história do nosso mundo há centenas e milhares de anos atrás. Incrível! Pois nós acabamos por nos estudar a nós mesmos. Estudamos e (re)descobrimos os grandes feitos que fizemos, através da História e da Arqueologia.

Com isto concluo. O verdadeiro líder, o líder inato, veio continuar ou acabar a sua missão, perdida algures no espaço e no tempo de uma outra vida. No entanto, ele também sabe que há valores que estão dentro dele, sempre estiveram, e que agora, mais do que nunca está na hora de os avocar.



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